sábado, 18 de outubro de 2008
Que a força esteja comigo
Meu filho e seus amigos só falam em Star wars, Clone wars, Anakin, Darth Vader... quem diria que o assunto de minha pré-adolescência retornaria com meu filho. Como disse o sábio Salomão: "Nāo há nada de novo sobre a terra..."
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Paranapiacaba
sábado, 8 de dezembro de 2007
Sou louca por brechó
Apesar de usar por muito tempo coisas mais neutras, comecei a me interessar por roupas em cores ou cortes diferentes e acessórios exclusivos. Mas as coisas que eu procurava não existiam nas lojas e, frustrada, acabava comprando algo que nunca era bem o que eu queria. Lembro-me de que uma vez procurei por uma bolsa vermelha até que uma vendedora me deu a dica dizendo que eu não acharia porque não estava na moda.
Percebi que as coisas de gosto nem sempre estão na moda e me achei nos brechós. Para mim, quanto mais eclético for o brechó, mais delicioso explorá-lo.
Em um deles adquiri até este colar de âmbar lapidado que a vendedora achava que era de plástico, mas não é. Fica lindo e muito diferente quando o uso com outro colar de âmbar que era da minha tia-avó.

Encontrei peças vintage muito bonitas e algumas peças que faziam parte do meu imaginário de menina como o colar de pérolas dégradé. Em várias lojas me disseram que eu não encontraria um colar neste modelo porque era "coisa de velhinha".

A maioria das coisas caçadas em brechós é sem igual, é preciso muita paciência e olho clínico.
Meu marido diz que eu ainda terei um antiquário.
Percebi que as coisas de gosto nem sempre estão na moda e me achei nos brechós. Para mim, quanto mais eclético for o brechó, mais delicioso explorá-lo.
Em um deles adquiri até este colar de âmbar lapidado que a vendedora achava que era de plástico, mas não é. Fica lindo e muito diferente quando o uso com outro colar de âmbar que era da minha tia-avó.

Encontrei peças vintage muito bonitas e algumas peças que faziam parte do meu imaginário de menina como o colar de pérolas dégradé. Em várias lojas me disseram que eu não encontraria um colar neste modelo porque era "coisa de velhinha".

A maioria das coisas caçadas em brechós é sem igual, é preciso muita paciência e olho clínico.
Meu marido diz que eu ainda terei um antiquário.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Vestido e tinta
Minha amiga me mostrou um vestido de seda que sofreu um acidente com tintas. O vestido foi levado à lavanderia, mas as manchas não saíram.

Estava salpicado com tinta roxa que parecia ser acrílica, atrás havia uma mancha maior, verde, cuja tinta eu não consegui identificar e alguns riscos pretos.
Resolvi pintar algo que combinasse com a cor do vestido e com os sapatos que ela iria usar. Este é um detalhe, a mancha verde ainda aparece um pouco.

Ficou assim

Estava salpicado com tinta roxa que parecia ser acrílica, atrás havia uma mancha maior, verde, cuja tinta eu não consegui identificar e alguns riscos pretos.
Resolvi pintar algo que combinasse com a cor do vestido e com os sapatos que ela iria usar. Este é um detalhe, a mancha verde ainda aparece um pouco.

Ficou assim
domingo, 25 de novembro de 2007
Casamento
Após muitos preparos e noites sem dormir o casamento de minha amiga se realizou. Tudo muito simples e bonito como ela queria e a floricultura improvisada por nós custou apenas$ R$600,00 incluído o bouquet.
Tiramos água de pedra, ficou muito legal.
Acordamos para ir ao Ceagesp às 3h da manhã e quase não conseguimos achar as folhagens. Foram necessários dois carros para trazerem as flores. Voltamos mergulhados em flores, não dava para ver os espelhos retrovisores!


Todo mundo ajudou um pouquinho, os noivos, os parentes, os amigos e meu marido.
As flores nos fundos da igreja

As meninas começando a montar os arranjos de mesa

O bouquet foi montado com copos de leite, fita de cetim, uma faixa de tela com cristais bordados e um cordão de miçangas e cristais para arrematar. Foi muito fácil de fazer e minha amiga gostou muito.

O templo antes,

durante,

e depois.

Ainda acrescentamos velas em globos de vidro no chão. Deu muito trabalho para acender, mas deu um toque especial.
Por fim a mesa do bolo com os doces da Paty Piva, que foram um capítulo a parte...

com meu auxiliarzinho passeando por ali.
Acabei ajudando na entrada dos padrinhos, pais e pagens. Foi uma correria, aconteceram dois imprevistos, o atraso da cabelereira - ela calculou o tempo errado e minha amiga atrasou quase duas horas. A daminha não quis entrar com a noiva, mas meu filho, que era o par dela, conseguiu encarar o desafio e foi em frente. Apesar dos imprevistos tudo deu certo e os noivos estavam felicíssimos.
Tiramos água de pedra, ficou muito legal.
Acordamos para ir ao Ceagesp às 3h da manhã e quase não conseguimos achar as folhagens. Foram necessários dois carros para trazerem as flores. Voltamos mergulhados em flores, não dava para ver os espelhos retrovisores!


Todo mundo ajudou um pouquinho, os noivos, os parentes, os amigos e meu marido.
As flores nos fundos da igreja

As meninas começando a montar os arranjos de mesa

O bouquet foi montado com copos de leite, fita de cetim, uma faixa de tela com cristais bordados e um cordão de miçangas e cristais para arrematar. Foi muito fácil de fazer e minha amiga gostou muito.

O templo antes,

durante,

e depois.

Ainda acrescentamos velas em globos de vidro no chão. Deu muito trabalho para acender, mas deu um toque especial.
Por fim a mesa do bolo com os doces da Paty Piva, que foram um capítulo a parte...

com meu auxiliarzinho passeando por ali.
Acabei ajudando na entrada dos padrinhos, pais e pagens. Foi uma correria, aconteceram dois imprevistos, o atraso da cabelereira - ela calculou o tempo errado e minha amiga atrasou quase duas horas. A daminha não quis entrar com a noiva, mas meu filho, que era o par dela, conseguiu encarar o desafio e foi em frente. Apesar dos imprevistos tudo deu certo e os noivos estavam felicíssimos.
domingo, 19 de agosto de 2007
Eu reciclo, tu reciclas, ele recicla...
Gosto muito de trabalhar com papel. Acho um material muito versátil.
Há dois anos atrás quando meu filhote era bem pequenino comecei a fazer contas com papéis de revistas para montar um colar, o problema foi que o menino não dava folga e queria mexer em tudo. Há um tempinho atrás comecei a fazer as contas novamente. Elas já renderam dois lindos presentes.

Também pode ser usado como pulseira.
Há dois anos atrás quando meu filhote era bem pequenino comecei a fazer contas com papéis de revistas para montar um colar, o problema foi que o menino não dava folga e queria mexer em tudo. Há um tempinho atrás comecei a fazer as contas novamente. Elas já renderam dois lindos presentes.

Também pode ser usado como pulseira.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Flores, ikebana do Paraguay
Nos meses de junho e julho a Heyde pediu-me para fazer arranjos florais para a igreja, pois ela não estaria presente. Aceitei com prazer, há tempos não trabalhava com flores. No improviso, com materiais alternativos (copinhos, barbantes, etc.), o resultado foi este:



As fotos foram tiradas com um Motorola W375.



As fotos foram tiradas com um Motorola W375.
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